07/11/09
Pela manhã apreciamos a praia e observamos a movimentação do grupo de pescadores artesanais da região com uma engenhosa parafernalha com diversos cabos de aço e um motor que puxa vários barcos pela areia, após seguimos para Zapalla, um balneário de alto padrão com diversas mansões, uma mais bonita que a outra, é possível observar arquiteturas do mundo inteiro, além de seus respectivos jardins, detalhe que praia é rara por aqui, existe penhascos aonde as casas são penduradas próximo ao mar, e as vezes tem uma prainha escondida no meio dos rochedos, o interessante é que foi feito um caminho entre as pedras, praticamente em todo o litoral ligando os balneários aonde podemos observar a força do pacifico e a beleza da arquitetura das mansões, detalhe que deve ter uns 30km de casas e jardins lindos.
Chegando a Cachagua existe um monumento natural “isla cachagua”, é uma ilha de proteção ecológica de pingüinos, ops... pingüins Humboldt. É a mais importante colônia do centro do Chile com aproximadamente 2000 pingüins e diversas aves. É proibido o ingresso na ilha, só é permitido a observação dos animais da praia, que esta aproximadamente uns 100 metros da ilha ou através de barcos de pescadores.
O único problema que a maioria das ruas não são calçadas e possui algumas árvores meio baixas, mas passeamos sem muitos problemas pelas belas ruazinhas.
Seguimos pelos balneários freqüentados em sua maioria por pessoas de Santiago e Argentinos da região de Mendoza. Conhecemos La Laguna e pernoitamos a beira mar de Maitencillo, mas sem antes jantar uma bela massa acompanhada por um vinho branco, chileno é claro, rsrsrs.
08/11/09
Pretendíamos sair daqui as 7:00 da manhã, mas o frio e o silêncio, foram mais fortes ficamos descansando até as 10 da manhã, srsrsr.... tomamos nosso desjejum e seguimos para Quintero, passando direto por Puchucav e Ventanas, pois foi nos recomendado não entrar devido a intensa poluição gerada pela empresa Codelco e pelo porto.
Chegando a Quinteros encontramos um caminhão que vendia garrafões de água de 20 litros (o que é difícil de encontrar por aqui), compramos nossa água preciosa, e continuamos para conhecer as praias do município. A que mais nos encantou foi a cova do Pirata, com uma bela vista e repleta de rochedos aonde tem uma caverna. Almoçamos no mirador da cova do Pirata.
Seguimos a Concón, Reñaca e enfim Viña Del Mar e Valparaiso. Chegamos ao entardecer a Viña. Passeamos pela cidade, pela feirinha a beira mar e pelo shopping, uma cidade bem desenvolvida e gostosa, ao contrário de Valparaiso.
09/11/09
Viña Del mar e Valparaiso são cidades que nasceram separadas por alguns poucos quilômetros. Porém hoje estão juntas. Com suas diferenças Viña é uma cidade mais turísticas e mais limpa. E Valparaiso é uma cidade portuária com belas vistas.
Na parte da manha fizemos uma pesquisa para podermos fazer o RCI ou Carta Verde (seguro obrigatório para entrar na Argentina e Uruguai). Aqui é um pouco mais caro que na Argentina e muito mais barato que no Brasil.
Passeamos pelo Bairro do Porto de Valapraiso, erramos o caminho, pegamos um túnel bem longo e fomos parar na auto pista...rsrrs..coisas que fazem parte da viagem, detalhe que não tem aonde fazer retorno, andamos uns 20km, mas fomos recompensados com um lindo mirador já próximo a Laguna Verde!!
Retornamos pelo bairro Praia Ancha, para visitar o passeio 21 de maio. Enfim visitamos seus museus e suas praças. Dando uma ênfase a uma exposição que esta acontecendo no Muelle Baron, chamada de Túnel da Ciência, é que nos vem mostrar novas tecnologias, funcionamento do corpo humano e tecnologias espaciais, bem interessante. No entardecer retornamos a Viña Del Mar, para pernoitarmos em uma rua qualquer muito tranquilamente.
10/11/09
Na parte da manha adquirimos o seguro obrigatório. Rodamos mais um pouco pela cidade, almoçamos, conhecemos um senhor chamado Jimmy, que veio conversar conosco no MH, pois está interessado em comprar um MH, e fazer um roteiro com uma caravana que sairá em Junho 2010 do Alaska até Ilha Navarino (Chile), podendo participar Motos e MH. Acho que vai ser muito legal.
Para quem quiser mais informações: www.rumboalsur2010.com
Os participantes poderão ingressar em diversos pontos.
Continuando, após almoçarmos saímos pela 1 norte, rumo a Quilpue, Villa Alemanha, Limache, Quillota, sempre passando pelas rodovias provinciais para não pagar pegádio da panamericana, além de os caminhos entre as cidades serem muito mais bonitos que a panamericana. Chegando em Hijuelas, paramos para pernoitar em um posto de serviço Shell muito bom.
11/11/09
Acordamos cedo, pois ainda hoje queremos passar para a Argentina, Catemu, Los Andes aqui paramos para ir no mercado comprar algumas coisas chilenas para levar para o Brasil e fazer a troca dos pneu que compramos em Iquique.
Essa região é muito bonita, com muitas arvores, apesar de aqui também ser um deserto tudo aqui é irrigado com as águas dos Andes, bem parecido com Mendoza.
Começamos a subir os caracoles, começou a aparecer um pouquinho da neve desta região. O que é muito comum ainda ter neve nas montanhas nesta época.
Subimos os caracoles com muita tranqüilidade, pois não havia nenhum caminhão circulando, meio estranho...mas isso ocorreu por causa que os funcionários públicos do Chile estão de paro (greve), e isso inclui os funcionários da aduana, então eles só estão deixando passar pela fronteira, carros pequenos (particulares) e ônibus. Na aduana seca de Los Andes já estava passando de 500 caminhões parados (pura sorte).
Paramos em Portillo para observar o lago, mas este ano ele já estava totalmente descongelado, em 2005 quando passamos por aqui, na mesma época do ano ele estava totalmente congelado ainda, realmente o clima está mudando, várias pessoas que conversamos em diversos lugares da cordilheira e arredores falaram que cada ano está nevando menos, realmente temos que nos preocupar com a questão ambiental.
Chegamos ao Túnel Cristo Redentor, em Las Cuevas que em 2005 a neve tinha mais de 3 metros de atura, agora não tinha nada e até com um pouquinho de verde.
Fizemos nosso controle fronteiriço em Los Horcones, só por que desta vez não tínhamos nada de comida perecível, os policiais nem perguntaram... rsrsrs, o Chris tava bravo pois com receio da aduana deixou de comprar no Chile 4 kg de azeitona por R$3,50, isso mesmo menos de 1 real o quilo, e grande, não sei como chega tão cara no Brasil, é indignante.
Paramos na entrada do parque do Aconcagua para observar o Pico mais alto da América latina, ele possui aproximadamente 6.950 metros, para fazer sua subida leva se em média 15 dias, sua temporada vai de Novembro a Março, só é permitido a entrada com guia, ou em grupos maiores de 4 pessoas, sempre com equipamentos apropriados, o controle para a entrada é bastante rígido, até o cume existem 5 acampamentos da estrutura do parque. É obrigatória uma ótima preparação antes de tentar subir ele. Na temporada passada morreram 6 pessoas. A beleza da Montanha encanta. Bom! Essa subida fica pra outra oportunidade... rsrsrs.....não estamos preparados, e além do mais a temporada só inicia no dia 15 de novembro.
Seguimos apreciando a paisagem até Uspallata, onde pernoitamos no posto YPF.
12/11/09
Decidimos não fazer o caminho para Villa Vicenzio até Mendoza, pois nos informaram que são 106 Km , sendo 64 de ripio (estrada de terra com pedras) em más condições. Achamos melhor deixar pra próxima... rsrs
Antes de chegar a Mendoza entramos a direita para visitar a vinícola Catena Zapata, uma das mais renomadas da Argentina, como a visita era penas as 15:30 e eram aproximadamente 13:30 quando chegamos, uma funcionaria muito simpática deixou nós ficamos aguardando dentro da bodega, e nos ofereceu para degustar um bom vinho, queijos e biscoitos, atendimento de primeira, além de ter wi-fi, aproveitamos para navegar um pouco na internet, detalhe que estamos em uma zona rural há uns 40km de Mendoza.
A bodega é bem interessante, sua estrutura em forma de pirâmide, seu tamanho, sua beleza impressiona. Ela possui a imagem, que sempre quando nos lembramos de Mendoza recordamos, os parrerais (as viñas/fincas) com os Andes nevados atrás, é uma das paisagens mais lindas que conhecemos. Após a visita saímos sentido a Mendoza, mas resolvemos entrar em direção a Maipu primeiro, e visitar novamente a Vinícola Cecchin, a qual produz vinhos e azeitonas orgânicas. Esta foi a segunda vez que visitamos este local, sempre muito bem atendidos, desta vez nos encontramos com um dos proprietários, um senhor de 85 anos que há 50 anos comprou esta bodega.
Circulamos pela cidade de Maipu e seguimos rumo a Mendoza, uma das cidades que mais nos impressiona. Ela é totalmente arborizada pelo homem, todas as ruas possuem irrigação, as ruas são largas, bem largas! É uma cidade totalmente projetada, com diversas praças e parques, sendo o maior o San Martin com diversos clubes, hípica, bosques, camping, etc., rodamos bastante pelos bairros, pelo centro e a noite fomos no Cassino donde dormimos em uma rua próxima.
13/11/09
No inicio da manha seguimos direto ao mercado para reabastecer nossa geladeira. No shopping havia uma agencia de turismo e paramos para perguntar o valor da expedição para o aconcagua, nos foi informado que gira ao redor de U$ 3.500, com hospedagem, alimentação, translado, equipamentos e guia.
Giramos mais um pouquinho por Godoy Cruz, para conhecer mais um pouquinho da Gran Mendoza, após seguimos para visitar o Cerro da Glória, outro ponto histórico, muito bonito, pois aqui é a parte mais alta de Mendoza, onde se pode ver toda a cidade. É incrível o que o homem pode fazer em um lugar de clima semi árido, construiu cidades, todas irrigadas com água de desgelo, com diversas árvores (normalmente a cada 3 metros em todas as ruas).
Passamos a tarde encalorada passeando pelo parque para aproveitar suas frescas sombras, detalhe que a 2 meses tava nevando aqui.
Uma curiosidade por que Mendoza é uma cidade planejada: Pois após 300 anos de sua fundação foi destruída quase totalmente por um terremoto que deixou um salto de 4.000 mortos sobre sua população de 12.000 habitantes. Foi num anoitecer de quinta feira santa de 1861. Com a ajuda de países vizinhos, todas as províncias e mais da França e Inglaterra, a cidade se reconstruiu com o critério antizímico da época: ruas largas, edificações baixas, grandes e numerosas praças. Mendoza se diferencia das outras capitais provinciais por ter sido estruturada em tornos de 6 centros urbanos: Mendoza, Guaymallén, Godoy Cruz, Las Heras, Maipú, y Luján de Cuyo.
A Rota do vinho na grande Mendoza é a área mais importante da região de Cuyo e a quarta concentração de população da Argentina. A vinicultura é a atividade tradicional mais destacada desta região e seu produto reconhecido mundialmente. Nesta zona se encontram as principais bodegas mendocinas.
Nesta região também se encontra muitas olivicolas também.
14/11/09
Passamos a noite próxima à praça da independência; hoje seguiremos rumo a Villa 25 de Mayo (Maio) e a represa Reyunos. Só que iremos antes fazer uma volta entorno de Mendoza para apreciar mais um pouco da beleza desta região.
Passamos por Luján de Cuyo, em Pedriel íamos passar a noite no posto YPF, mas como figurava outro posto na entrada para Tupungato em Urgarteche, resolvemos seguir até lá.
Chegando em Urgarteche descobrimos que os dois postos de combustível fecham as 22:30, o que não é muito raro aqui neste país pois a maioria das estações são 24 horas e não é permitido a permanência no pátio para pernoitar. Dizem que a cidade é um pouco perigosa. Bom! Não gostamos muito do que vimos naquela cidade então, como Tupungato não é muito longe resolvemos seguir até lá. Apesar de não gostarmos de viajar a noite onde não conhecemos. Mas paciência! No caminho ainda paramos para conhecer a finca las rosas, que é um vinhedo com estrutura para locação de espaço para festas e eventos, realmente muito bonito. Atrás da casa grande esta sendo construído um hotel. Não foi permitido que pernoitássemos ali pois neste dia estava tendo um grande evento apenas para alto executivos de um grande banco da Argentina. Seguimos para Tupungato, chegando na cidade paramos em frente a uma estação de serviço 24 horas, aí comemos alguma coisa e fomos descansar.
15/11/09
Acordamos cedo para conhecer Tupungato a capital do Vinho de Montanha e Nozes. Fomos na Igreja, em uma fabrica de doces e vinhos artesanais, e rodamos pela cidade, muito gostosa. Abastecemos o MH e seguimos para Manzano histórico (um ponto histórico e turístico muito freqüentado nos finais de semana), com muitos campings. Passamos por Vistas Flores e San Carlos.
Dica, para quem vai fazer Mendoza-San Rafael é muito recomendável fazer esse circuito de Tupungato, muito bonito.
Estrada tranqüila, repleta de vinhedos, olivas e pomares, o que nos chamou a atenção no caminho foram as proteções anti granizo. Que são estacionamentos cobertos de tela, para proteger os carros durante as tempestades. O que por aqui é comum a chuva se tornar tormenta de pedras com granizos grandes. Nos dias de hoje a província de Mendoza possui quatro aviões pequenos para fazer o controle das nuvens quando ha previsão para chuva. Para que elas não fiquem muito carregadas e transforme a chuva em pedregulhos, pois são muito prejudiciais para a população e principalmente para as plantas, é muito comum sobre as plantações observarmos telas de proteção. Enfim seguindo... Chegamos a Villa 25 de Maio no inicio da tarde, esta vila fica a aproximadamente 25 km de San Rafael, é considerado um verdadeiro museu habitado. Com casas antigas e ruas bordeadas por árvores. Surgiu depois da fundação do Forte de San Rafael Del Diamante, próximo a 1805. O forte foi declarado Monumento histórico nacional e a igreja nossa senhora Del Carmen conserva todavia as primeiras imagens e vestimentas da época.
Dique Reyunos a 11 km da Vila, este dique com aproximadamente 734 has. É muito bonito, com suas águas transparentes e super estruturado com camping, clube de pesca, esportes radicais, “proveeduria” (comercio que vende diversos produtos, desde verduras a bebidas e comidas prontas, serio o mercadinho),rsrsrs ,aqui passamos a noite muito tranquilamente ao lado da entrada do dique, como tem bastante água até demos uma lavadinha no MH, pois ele merece, rsrsrsrs, depois jantamos e fomos assistir um filme, pois ninguém é de ferro.
16/11/09
Bom dia, acordamos um pouco mais tarde que o comum por causa da tranqüilidade do local, tomamos um bom café e voltamos a Vila 25 de maio, para conhecê-la melhor, depois seguimos para El Nihuil, para conhecer a represa com o mesmo nome e descer o Cañon Del Atuel. Almoçamos na beira da represa de Nihuil, onde conhecemos um casal de alemães que esta conhecendo a America latina com seu cachorro grego “Marlon”. Seguimos devagar pelo Cânion, pois são 50 km de ripio (estrada de terra com pedras), que acompanham o Cânion e as três hidrelétricas e seus lagos, a ligação entre as hidrelétricas é através de túneis, que levam a água de uma a outra, formando lagos na saída das turbinas e após a água é entubada até a próxima até chegar a terceira formando a represa de Vargem Grande. Um belo e imenso lago com águas frias, claríssimas. Estávamos meio receosos de fazer esse trajeto de ripio, mas a beleza compensa, vale a pena.
Continuamos acompanhando o Rio Atuel, que a sua beira possui diversos campings, cabanas e pontos turísticos. Passamos a noite na beira do rio muito tranquilamente.
17/11/09
Acordamos cedo lavamos o MH com água do rio, que é um pouco gelada, rsrsrs, para tirar um pouco do pó devido à descida do Cañon Del Atuel, bem lentamente curtindo a imensa beleza desta região. Chegando em San Rafael paramos no informador turístico, para conseguir algumas dicas, e decidimos visitar a Bodega La Abeja, a primeira bodega da região a qual o seu fundador foi responsável pela formação da cidade San Rafael. La Bianchi uma chapanheria (eleita a melhor champanhe do mundo em 2008 na França) e uma fábrica de azeite de olivas e compotas.
Depois destas visitas feitas estamos voltando a cidade quando o Chris viu a placa da Mumm, uma marca muito famosa de Champanhe, “a champanhe da formula 1”, nós fizemos a volta e como brasileiros curiosos fomos tentar visitar a fábrica, chegando descobrimos que não é aberta para visitação, mas como éramos brasileiros, e ficamos conversando algum tempo com o segurança, nos foi autorizada uma entrada excepcional, foi como uma visita técnica passando por todos os setores da fábrica desde a produção tradicional até a industrializada, desde como são limpadas as garrafas até o controle de qualidade dos rótulos, desde os vinhedos até o complexo controle laboratorial que possui esta empresa para sua produção de vinhos e Champanhes (vinhos espumantes), realmente uma das melhores visitas que já fizemos, pois não foi puramente turística e também uma das mais estruturadas vinícolas que já visitamos. No final da visita recebemos de presente duas garrafas do champanhe MUMM. A técnica que nos atendeu nos falou que existe um projeto para abrir a fábrica para visitação, mas como é uma empresa multinacional requer diversas autorizações especiais. Este Vinhedo que existe neste espaço é apenas para produção de seletos vinhos Premium que não são vendidos ao mercado, realmente fechamos com chave de ouro as visitas nas bodegas da cidade, depois fomos passear mais um pouco pela cidade, demos uma passeada no Cassino e fomos dormir em um dos parques da cidade tranquilamente.
18/11/09
Bom dia! ainda em San Rafael, passeamos um pouco fomos ao museu histórico militar, e decidimos seguir viagem e retornar para Mendoza pelo caminho que vinhemos com algumas modificações. Antes precisávamos ir ao mercado, mas este como já era hora do almoço, já estava fechado para a famosa “ciesta”... rsrsr, só reabriria as 17 hrs. Então atravessamos a rua e fomos a padaria que também estava fechando, mas o senhor fez questão de nos atender antes de fechar. Compramos alguns Pães e algumas facturas e seguimos caminho. Na saída da cidade encontramos um mercado que estava aberto... rsrsr...nossa próxima batalha era abastecer o MH com combustível, passamos por dois que estavam na “ciesta” ai lembrei de um que tínhamos passado ontem neste horário estava aberto, seguimos até lá e conseguimos abastecer e seguir viagem.
A viagem foi bem calma, passamos por San Carlos, Tunuyan, visitamos o dique El carrizal, seguimos para Mendoza por dentro passando por Barrancas, Godoy Cruz enfim novamente a capital da província. Na chegada da cidade nos deparamos com o famoso vento sonar, um vento forte e quente, que levanta muita poeira. Não gosto nem de imaginar como seria pegar um vento deste na estrada. Paramos em um posto YPF, para esperar um pouco o dito vento se acalmar e então continuamos, queríamos fazer alguns orçamentos de pastilha de freio para trocar as do MH, que ainda estão boas mas esta quase na hora da troca. Fizemos os orçamentos, rodamos um pouco pela cidade e fomos descansar na mesma rua que tínhamos ficado semana passada. Mas antes de estacionar paramos para conversar com uma senhora moradora da rua, para perguntar a ela se este vento traria chuva ou não, bom!! Vou explicar o porquê da pergunta, pois se é só vento não seria interessante estacionar embaixo de árvores grandes, só que se fosse para chuva daí se tornaria interessante buscar arvores para se proteger, pois aqui nesta região é muito comum a chuva se tornar tempestade com granizos. Mas como ela nos disse que hoje seria só vendo, e já podíamos olhar para o céu e ver que sobre todo aquele vento e poeira estava um céu límpido e estrelado.
Estacionamos melhor jantamos e fomos descansar.


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